ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS - PRÁTICA






O desorganizado




2014 - 1º ENSINO MÉDIO "B"
Agenda:
2 aulas na segunda-feira
2 aulas na sexta-feira

Diretrizes para a Orientação de Estudos

Isso é trabalhar com Orientação de Estudos:
  • Trabalhar com atividades estruturadas e programadas pelo professor responsável pela turma de OE;
  • Manter planejamento de trabalho com as turmas/alunos;
  • Dialogar com os demais professores da unidade para compreender os avanços e as dificuldades dos alunos;
  • Conhecer as agendas de trabalho dos professores da escola (tarefas dadas e prospectadas);
  • Conhecer a agenda de trabalho dos alunos;
  • Transitar entre diversas possibilidades de trabalho simultâneas na mesma sala de aula;
  • Orientar estudos além da sua disciplina;
  • Manter uma rotina de trocas que permitam avaliar o progresso ou eventuais manutenções de dificuldades dos alunos.
------------------------------------------------------------------

CADA UM ENTENDENDO O "SEU CADA UM"
Os autores definem apenas duas dimensões de estilos cognitivos:

Holista (wholist) – Analítico (analytic): Esta dimensão mostra a tendência individual para organizar informações em partes ou como um todo.

Verbal (Verbal) - Imagético  (Imagery): Esta dimensão mostra a tendência individual para representar informações enquanto pensam, verbalmente ou por meio de imagens mentais.

Os professores Richard M. Felder e Linda K. Silverman (1999) desenvolveram um instrumento “on-line”, o ILS - Index of Learning Styles Questionnaire. O modelo de Felder (2002) divide os aprendizes em quatro dimensões:   

Ativo - Reflexivo: Os ativos tendem a reter e compreender informações mais eficientemente discutindo, aplicando conceitos e/ou explicando para outras pessoas. Gostam de trabalhar em grupos . Os reflexivos precisam de um tempo para sozinhos pensar sobre as informações recebidas. Preferem os trabalhos individuais.

Racional - Intuitivo:  Os racionais gostam de aprender fatos. São mais detalhistas, memorizam fatos com facilidade, saem-se bem em trabalhos práticos (laboratório, por exemplo). Tendem a ser mais práticos e cuidadosos do que os intuitivos. Os intuitivos preferem descobrir possibilidades e relações. Sentem-se mais confortáveis em lidar com novos conceitos, abstrações e fórmulas matemáticas. São mais rápidos no trabalho e mais inovadores.

Visual - Verbal:  Os visuais lembram mais do que viram – figuras, diagramas, fluxogramas, filmes e demonstrações. Os verbais tiram maior proveito das palavras – explicações orais ou escritas. 

Seqüencial-Global: Os sequenciais preferem caminhos lógicos, aprendem melhor os conteúdos apresentados de forma linear e encadeada.  Os globais lidam aleatoriamente  com conteúdos, compreendendo-os por “insights”. Depois  que montam a visão geral, têm dificuldade de explicar o caminho que utilizaram para chegar nela.


Atualmente, Valente e Cavellucci (2003) propõem que as pessoas possuem um conjunto de preferências que determinam uma abordagem individual para aprender, o qual denominam preferências de aprendizagem. Porém, afirmam que as preferências manifestas podem mudar em diferentes situações de aprendizagem, de acordo com o conteúdo e a experiência do aprendiz. Não acreditam que as mesmas  acompanhem o aprendiz ao longo de toda a sua vida, como uma marca definitiva, conforme afirmam Riding e Rayner (1998).  Essas preferências podem ir mudando, na medida em que as pessoas desenvolvem habilidades e estratégias para lidar com diferentes situações de aprendizagem na escola e na vida. Quanto mais estratégias o aprendiz tiver desenvolvido, maior será sua chance de lidar com as diferentes formas de apresentação das informações e com a organização das situações de aprendizagem vivenciadas por ele.

Felder, R. (2002). Home Page. Learning Styles. Disponível em: http://www2.ncsu.edu/unity/lockers/users/f/felder/public/RMF.html


Felder e Soloman, B. A. (1999). Index of Learning Styles (ILS). Disponível em: www2.ncsu.edu/unity/lockers/users/f/felder/public/ILSpage.html.

Valente e Cavellucci (2003). Preferências de aprendizagem: promovendo mais aprendizagem na sala de aula. No prelo.

Vigotsky, L.S. (1987). Pensamento e Linguagem. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda.

____________ (1988). Formação Social da Mente. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda.


PLANO DAS AULAS

Aulas
Objetivos de Aprendizado
Conceitos Trabalhados

Responsabilidade Pessoal
Reconhecer a necessidade e importância da aquisição de hábitos e rotinas de estudo.
·  Compromisso com a agenda.
·  Relação entre estudos e desenvolvimento do cidadão.

Organização Pessoal
Identificar os hábitos essenciais para a criação de uma rotina de estudos.
·  Diferença entre intensidade e qualidade de estudo.
·  Reconhecimento dos elementos essenciais no estudo.
·  Desenvolvimento de bons hábitos para estudar.


Organização Material

Apropriar-se da capacidade de se organizar para estudar.
·  Organização do tempo.
·  Prioridades no estudo.
·  Seleção de materiais.
·  Planejamento de um esquema semanal de estudos.
·  Organização da agenda de atividades escolares.

Técnicas de estudo
Compreender e aplicar técnicas de estudo na rotina diária.
·  Técnicas de Análise.
·  Técnicas de Síntese.
·  Manejo da informação.


Técnicas de análise



Compreender e aplicar técnicas de análise na rotina diária.

·  Leitura
·  Compreensão
·  Retenção
·  Maus hábitos da leitura
·  Dicas para desenvolver bons hábitos de leitura
·  Anotações
·  Sublinhado


Técnicas de Síntese

 


Compreender e aplicar técnicas de síntese na rotina diária.

·  Esquema
·  Resumo
·  Quadro Sinótico
·  Mapas Conceituais
·  Definição
·  Diretrizes
·  Como construir um Mapa conceitual

Técnicas de  pesquisa...........    

 


Compreender e aplicar técnicas de pesquisa na rotina diária


·  Definição
·  Diretrizes
·


Realização das tarefas, trabalhos, pesquisas, exercícios, replicabilidade.













 






AGENDAS






REPLICABILIDADE: Monitores de FÍSICA
17.02
14.02
14.02
 REPLICABILIDADE: Monitores de GEOGRAFIA - 24.02










INCORPARAÇÃO DA PRÁTICA DE SUBLINHAR


PRÁTICAS DE LEITURA
09.06











PESQUISA COM O USO DOS NETBOOKS - 24.07




  




Uso do celular em sala de aula para pesquisa e registro.



USO DE SUBLINHAR INCORPORADO





Descrição
Estrutura
Utilidade
Tipos
Esquema
Compila e ordena logicamente as idéias.
Ordenação hierarquizada.
Esqueleto, estrutura.
Quando se domina um tema, serve como visão rápida de repasse e ajuda a compreender a estrutura do tema.
De desenvolvimento.
De barras.
De chaves.
De flechas.
Mapa conceitual
Expressão gráfica das conexões significativas das idéias.
Relação lógica e significativa das idéias.
Estudo criativo, racional. Desenvolvimento intelectual.
Simples.
Complexos.
Resumo
Extrai as idéias como visão global, narração.
Texto globalizador, sem detalhes, explicando as idéias fundamentais.
Assegura o conhecimento da essência da idéia geral.

Indicativo.
Informativo.

Quadro Sinótico
Visão global de idéias inter-relacionadas.
Relação e interdependência de idéias.
Classifica e ordena as idéias.
Quadro de dupla entrada.

Monitoria de Química


Monitoria de GEOGRAFIA



Uso dos esquema e grifo como estratégia de estudo.



Monitoria de química














Resenha

AGENDA


Atividade  de Geografia - vídeo


RELATO - ALEXANDRE


  • Rever a organização e o modo como está aproveitando o tempo de estudo, em cada disciplina observando  sempre suas atitudes e mantendo aquelas que contribuem para a maior produtividade.
  • Seguir as orientações quanto às leituras e realização das atividades,  em cada uma das disciplinas;
  • Acompanhar o cronograma das atividades, realizando-as dentro do prazo estipulado, para facilitar a sua organização, de modo a se obter melhor aproveitamento do conteúdo. Não é recomendável deixar para a última hora. Imprevistos acontecem!
  • Determinar um tempo mínimo para o estudo diário, conforme o próprio ritmo, para a realização das leituras e atividades.
  • Tirar as dúvidas de questões técnicas ou administrativas com o professor




27 NOV 2014





ORGANIZAÇÃO DOS ARMÁRIOS



Nenhum comentário: